Vou voltar às coisas do dia a dia que com isto de fazer documentários ainda te processam
É verdade, depois do que escrevi na última semana, a defender (acho eu) não só a raíz humana de uma fábrica e os trabalhadores, como toda uma região e condenar o que o correr dos tempos (para não entrar em politiquices) lhes fez, fui ameaçado com um processo por ter tirado fotografias a uma fábrica com vários km quadrados, onde um dos pavilhões é um parque recreativo para skaters e patinadores e onde o "porteiro" é um senhor em reabilitação - ou não - das drogas.
E claro está, o caminho de entrada é partilhado com um minipreço. Não, não assaltei muro nenhum, e volto a dizer, a minha mãe (uma senhora de 56 anos que trabalhou quase 40 naquela fábrica) esteve sempre comigo.
Fica o apontamento para refletirem, tinha que partilhar convosco.
Hoje, têm direito a senhores distintos a ter encontros casuais na rua, senhoras com penteados espetacularmente simétricos e um bocadinho de brincadeira com sombras, só porque me apeteceu.
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E claro está, o caminho de entrada é partilhado com um minipreço. Não, não assaltei muro nenhum, e volto a dizer, a minha mãe (uma senhora de 56 anos que trabalhou quase 40 naquela fábrica) esteve sempre comigo.
Fica o apontamento para refletirem, tinha que partilhar convosco.
Hoje, têm direito a senhores distintos a ter encontros casuais na rua, senhoras com penteados espetacularmente simétricos e um bocadinho de brincadeira com sombras, só porque me apeteceu.



