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Salvador Correia: Pai, Marido, Fotógrafo

Salvador Correia: Pai, Marido, Fotógrafo

O que há de tão interessante numa cidade tão pequena como o Porto, que luta todos os dias com a invasão turística, é a capacidade ela tem de te surpreender e dar algo mais quando o procuras. Desta vez, fomos tentar conhecer a zona de Santa Clara, longe dos radares do turismo e conseguimos respirar um bocado mais de Porto. E viemos felizes, por saber que o Porto ainda tem os seus recantos.
Tentem escrever um blogue com uma criança pequena em casa que depois a gente conversa. É que dormir para além de ser bastante prazeroso dizem que é essencial ao teu desenvolvimento psicológico, ou mesmo que não desenvolvas, ajuda-te a não andar para trás. Agora que já me saiu o desabafo, vamos começar o meu primeiro post sobre os passeios fotográficos que vou fazendo pela cidade do Porto. A verdade é que estes passeios fotográficos são um vicio antigo que fui interrompendo (...)
O que é que posso dizer? Primeiro estranha-se depois entranha-se, o grande clássico dos clichés recessos que também tenho direito a usar. Matosinhos é uma cidade portuguesa, pertencente ao distrito do Porto, sede de um munícipo formado por quatro freguesias limitado a norte pelo município de Vila do Conde, a nordeste pela Maia, a sul pelo Porto e a oeste tem costa no oceano Atlântico. Matosinhos, juntamente com os concelhos vizinhos do Porto e de Vila Nova de Gaia, forma a (...)
É verdade, depois do que escrevi na última semana, a defender (acho eu) não só a raíz humana de uma fábrica e os trabalhadores, como toda uma região e condenar o que o correr dos tempos (para não entrar em politiquices) lhes fez, fui ameaçado com um processo por ter tirado fotografias a uma fábrica com vários km quadrados, onde um dos pavilhões é um parque recreativo para skaters e patinadores e onde o "porteiro" é um senhor em reabilitação - ou não - das drogas. E claro (...)
01 Jan, 2018

Feliz 2018

Depois destes (imensos, demais dias) a digerir os biliões de mensagens, cheias de desejos, inspiração tirada dos livros do Dr. Gustavo Santos, gifs animados com fogo de artificio a fazer pisca pisca, e paredes de texto sobre como este ano foi repleto de profundidade e vontades por cumprir, estou confesso que nem sei bem o que vos diga. A verdade é, todos os anos, passamos por este processo ritual de deitar fora o que passou e aproveitar a mudança no calendário para uma espécie de (...)
Recentemente, associei-me a um movimento de apoio a pessoas com carências especiais, e fiz o meu primeiro trabalho a retratar um lado duma cidade que toda a gente sabe que existe mas mais uma vez toda a gente faz de conta que não vê. O que vi? O que vi pode e não pode ser passado só por imagens. Posso eu não ser fotógrafo que chega para mostrar a crueza destas situações como também, é muito fácil fazer-vos ver o que eu quero e não o que a imagem mostra realmente. Este grupo (...)
Ah, as mudanças de casa! A inegável alegria de mudar para um espaço novo, para uma casa nova, onde vamos aumentar a nossa qualidade de vida, ver sorrir a luz e ser felizes. E onde esperemos que depois de ser exorcisada por um padre, por alguma razão o demoniozinho lá de casa vai berrar menos um bocado. Começar a escrever pela conclusão é que está a dar. Faz parecer o processo uma coisa mais linear. No entanto, o processo, o caminho até chegar ao ponto onde dizemos que as (...)
Confesso, que não tenho grande interesse. Quer dizer, eu sou um indivíduo das tecnologias, seria de esperar que estivesse sempre, sempre, mas sempre atrás do melhor gadget da melhor máquina, de comprar tudo mal sai da loja.  Mas não. Estaria a ser hipócrita se dissesse que o gosto por todos os equipamentos e especialmente electrónica de ponta não faz parte da minha vida, mas a vontade de não ser refém das marcas, de não ser refem do status quo de "ter que ter" determinada (...)
O estado constante de desapego às coisas a que chamamos sanidade mental. O dia nunca acaba, nem nunca começa, a melhor experiência que se pode ter em Portugal sobre o que é viver na Suécia onde o sol raia durante 22h e o resto do tempo é uma espécie de tempo onde te encostas e fazes de conta que estás a dormir enquanto rezas todas as rezas que conheces para não e ligarem ou o bebé não berrar, ou pior ainda (valha-nos Deus) não acontecer as duas coisas, ao mesmo tempo.